Câmara de Itaporanga tem gastos públicos inusitados com publicidade sem ter o serviço prestado por empresa de comunicação

o material é de interesse particular e político dos vereadores, estando totalmente fora de qualquer admissibilidade para pagamento com recursos da Câmara Municipal

Por Júnior Viriato 10/08/2017 - 23:17 hs

Causou estranheza aos que acessam a página http://camaraitaporanga.pb.gov.br ,da câmara municipal de Itaporanga sem encontrar nenhuma atualização dos trabalhos dos vereadores semanais, já que a câmara paga com dinheiro público para a divulgação dos trabalhos do legislativo municipal mensalmente.

 O fato de ter sido contratado pelo presidente vereador Nenem de Adailtom (PMDB), um veículo de comunicação de outra cidade para divulgar os trabalhos dos vereadores Itaporanguenses no valor mensal de 800,00 reais. Alguns periódicos são de municípios da região do Vale do Piancó como de Diamante. A empresa que deveria ser Correspondente aos serviços prestados no desenvolvimento, hospedagem, alimentação e manutenção do site desta Casa Legislativa relativo não vêm realizando seu papel. A última atualização do site da câmara foi no mês de maio de 2017.

 

Para alguns vereadores de oposição “o material é de interesse particular e político dos vereadores, estando totalmente fora de qualquer admissibilidade para pagamento com recursos da Câmara Municipal, constituindo-se em ilegalidade a utilização indevida de recursos do erário municipal público, atentando contra os princípios que norteiam a administração pública e a probidade e estranho ao objeto contratado”, sem ter os serviços prestados adequadamente.

 

Para que o leitor, ouvinte ou telespectador perceba a diferença entre o que é matéria jornalística e o que é divulgação publicitária, os dois tipos de informação precisam estar claramente separados. Contudo, além de anúncios, centenas de textos apresentados ao público como matéria jornalística foram entregues como comprovação das despesas de publicidade feitas pela Câmara de Itaporanga no portal particular da mesma empresa contratada. De certa forma, era como se o Legislativo municipal pagasse para que o veículo de comunicação “falasse bem” do trabalho dos vereadores em reportagens supostamente jornalísticas. Textos elogiosos e com clara intenção de promoção pessoal do político e atingir desafetos dos vereadores.

 

 

 


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