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Operação e prende várias pessoas por furto de energia, após 1ª delação premiada do Sertão

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Operação e prende várias pessoas por furto de energia, após 1ª delação premiada do Sertão

A Polícia Civil do Estado da Paraíba, deflagrou desde a manhã de terça-feira (03), a segunda fase da “Operação Hemera” (deusa da luz) com objetivo de desbaratar uma verdadeira organização criminosa responsável por desvio de energia elétrica em vários imóveis residenciais e comerciais da cidade de Itaporanga (PB).

Fruto, inicialmente, de uma denúncia anônima feita à empresa concessionária de energia, Energisa Paraíba, as investigações iniciaram. A primeira fase da operação culminou com a prisão de um ex-funcionário da empresa, identificado como sendo um dos responsáveis pelo esquema de corrupção, fraude e desvio de energia elétrica.

Numa ação integrada entre a Polícia Civil, pela 17ª Delegacia Seccional, pelo GTE e pela Delegacia Distrital de Itaporanga, por seus signatários, respectivamente Dr. Antônio Neto e Dr. Renato Leite, o Ministério Público do Estado da Paraíba, por seu representante Dr. Reynado Serpa e o Poder Judiciário da Paraíba, pelo juiz Dr. Antônio Eugênio Leite, juízo competente em razão do juiz da 3ª Vara ter se averbado suspeito, foi realizada e homologada a PRIMEIRA COLABORAÇÃO PREMIADA DO SERTÃO dando a possibilidade de desbaratamento da organização e do esquema de corrupção que estava em andamento dentro da empresa fornecedora de energia.

Para o Juiz Antônio Eugênio, o caso de Itaporanga revela uma complexidade de crimes que estão escondidos diante de uma sociedade, e que a Delação do funcionário da Energisa, deverá se expandir como exemplo para outras cidade e regiões paraibanas.

No início da manhã da terça, a Polícia Civil com o apoio técnico da Polícia Científica do Estado – IPC João Pessoa e de técnicos fiscais da Energisa Paraíba cumpriu 4 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão objetivando inspecionar imóveis residenciais e comerciais suspeitos de estarem dentro do esquema, fraudando o consumo de energia elétrica.

 

Em dois dias da operação, foram vistoriados imóveis sendo detectadas fraudes em 16 deles e indícios de fraudes em 7, além de 5 pessoas presas. Sendo 4 em decorrência de mandados de prisões e 1 prisão em flagrante.

A operação além do efeito repressivo para a sociedadetem caráter educativo, pois serviu para orientar a população do perigo que representa as ligações clandestinas e o prejuízos para os cofres públicos e para a empresa concessionária que tem atuação específica no combate a fraudes e recuperação de crédito.

Estima-se que a operação até o momento conseguiu recuperar a quantia de R$ 45.000,00 de energia sem se fazer os acréscimos dos tributos incidentes no valor da energia bruta fornecida, algo em torno de 27%. Isto corresponde a 60.000 Kwh. O que daria para abastecer 400 residências com uma família de 3 pessoas cada uma pelo período de 30 dias.

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Agência bancária é alvo de tentativa de explosão, em Desterro

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Uma tentativa de explosão à uma agência bancária da cidade de Desterro, no Sertão da Paraíba, foi registrada na madrugada desta sexta-feira (20).

De acordo com a 4ª Companhia de Polícia Militar, cerca de cinco homens arrombaram a porta do banco e, quando se preparavam para detonar os explosivos nos caixas eletrônicos, foram surpreendidos com a chegada da PM.

Segundo a polícia, o caso aconteceu por volta das 2h30, quando os suspeito chegaram ao local e arrombaram a porta da agência. Durante a ação, moradores acionaram a PM, que chegou ao local e frustrou a ação dos criminosos.

A PM acredita que além dos cinco suspeitos que estavam dentro do banco, havia outros dando apoio fora da agência, pois quando a polícia se aproximava do local, os criminosos conseguiram fugir.

A polícia informou que os suspeitos deixaram no local uma caixa de dinamite, uma espingarda calibre 12, duas alavancas e 10 kg de grampos que seriam espalhados pela estrada após o crime.

Até a manhã desta sexta-feira, as informações da PM são de que nenhum suspeito foi localizado. A Polícia Civil investiga o caso. As informações são do G1 Paraíba e Bom Dia Paraíba.

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Polícia apreende cinco armas de fogo durante Operação Cidade Segura

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Policiais militares intensificaram as ações de segurança pública nas regiões metropolitanas de João Pessoa e Campina Grande, durante a Operação Cidade Segura. As ações ocorreram nessa quinta-feira (19). Em cerca de oito horas de Operação, que começou às 16h e foi até às 0h desta sexta (20), foram apreendidas cinco armas de fogo com seis pessoas que foram detidas. Outras três pessoas foram presas suspeitas de roubo, uma por mandado de prisão e dois veículos roubados foram localizados.

Nas primeiras horas da Operação, um revólver calibre 32 foi localizado com uma dupla que estava em uma motocicleta, no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa. Os dois detidos, um homem de 31 anos de idade e outro de 35 anos, já haviam sido presos por roubo e porte ilegal de arma de fogo. A dupla foi conduzida para a Central de Flagrantes.

Também na Capital, no bairro dos Ipês, uma viatura realizou a prisão de uma mulher de 39 anos com quem foi encontrado um revólver calibre 38 e seis munições. Já no fim do dia, no bairro dos Bancários, na comunidade do Timbó, um rifle calibre 44 foi localizado em um terreno baldio, após buscas por suspeitos que fugiram ao perceber a chegada da PM no local.

Campina Grande – Outra dupla foi detida em uma moto, no fim do dia, com um revólver calibre 38 no distrito de São José da Mata. Ambos os suspeitos tinham 29 anos e foram conduzidos para a delegacia. Já no bairro de Santa Rosa, um homem de 20 anos foi abordado e com ele os policiais encontraram um revólver calibre 32.

Cidade Segura – Na Capital e em Santa Rita, as equipes policiais realizaram rondas, abordagens e checkpoints em diversas áreas. Em Campina Grande e região, policiais reforçaram as ações ostensivas e preventivas.

As ações da “Cidade Segura” resultaram ainda na localização de um veículo de cor prata, no bairro do Costa e Silva em João Pessoa, que havia sido roubado no dia anterior. Uma motocicleta também foi recuperada pela PM no bairro do Castelo Branco, e foi entregue ao seu proprietário na Central de Polícia. Em Mandacaru, um homem com mandado de prisão em aberto foi encontrado e conduzido para a Delegacia.

No bairro Treze de Maio, um homem de 25 anos foi reconhecido pela vítima como autor de um roubo de motocicleta. O suspeito foi detido e conduzido para a Central de Flagrantes. Em Santa Rita, Tibiri II, foram dois homens, de 23 e 18 anos, que foram reconhecidos por uma vítima de roubo e encaminhados para a 6ª Delegacia Distrital, para os procedimentos legais cabíveis.

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Justiça condena 13 envolvidos em fraudes de licitação em obras no Sertão

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Depois de denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) em Sousa (PB), a Justiça condenou 13 pessoas envolvidas na Operação Andaime – “núcleo de Cajazeiras”. Entre os condenados estão os empresários Francisco Justino do Nascimento, Mário Messias Filho (Marinho – ex-candidato a prefeito de Cajazeiras), Afrânio Gondim Júnior e o ex-secretário de Saúde do município de Cajazeiras (PB), Henry Witchael Dantas Moreira.

A condenação se deu em ação penal relativa à primeira fase da Operação Andaime, e os 13 acusados foram condenados pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação, superfaturamento de preços, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.

O MPF destaca a importância dos acordos de delação premiada firmados, que resultaram em redução significativa de penas privativas de liberdade dos delatores e refletiram positivamente no resultado obtido junto à Justiça Federal.

Além dos quatro empresários, foram condenados José Hélio Farias, Geraldo Marcolino da Silva, Márcio Braga de Oliveira, Mayco Alexandre Gomes, Enolla Kay Cirilo Dantas, Rogério Bezerra Rodrigues, Horley Fernandes, Fernando Alexandre Estela e José Ferreira Sobrinho.

Confira as penas dos 13 condenados:

FRANCISCO JUSTINO DO NASCIMENTO: 48 anos e 6 meses (reduzida para 16 anos e 2 meses em decorrência do acordo de colaboração premiada);

AFRÂNIO GONDIN JUNIOR: 46 anos e 1 mês;

MÁRIO MESSIAS FILHO: 35 anos e 7 meses;

HENRY WITCHAEL DANTAS MOREIRA: 23 anos e 1 mês;

GERALDO MARCOLINO DA SILVA: 12 anos (reduzida para 8 anos em decorrência do acordo de colaboração premiada);

JOSÉ HÉLIO FARIAS: 10 anos e 1 mês;

MÁRCIO BRAGA DE OLIVEIRA: 10 anos e 1 mês;

MAYCO ALEXANDRE GOMES: 9 anos e 6 meses (reduzida para 6 anos e 4 meses em decorrência do acordo de colaboração premiada);

ENOLLA KAY CIRILO DANTAS: 9 anos;

ROGÉRIO BEZERRA RODRIGUES: 9 anos;

HORLEY FERNANDES: 6 anos e 6 meses

FERNANDO ALEXANDRE ESTELA: 6 anos (reduzida para 4 anos em decorrência do acordo de colaboração premiada);

JOSÉ FERREIRA SOBRINHO: 3 anos.

A Operação – A Operação Andaime foi deflagrada em 2015 e, em suas quatro fases até aqui, contou com a ação do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual (MPPB), da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Federal.

A ação desarticulou quadrilha especializada em fraudar licitações em obras e serviços de engenharia executados por 16 prefeituras do Alto Sertão da Paraíba.

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