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ESPORTE

São Paulo cede empate ao Flamengo e Palmeiras fica mais longe

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jovem Helinho esteve muito perto de viver uma noite de herói no estádio do Morumbi logo em sua estreia pelo time profissional do São Paulo, contra o Flamengo. Mas, um gol de Rodinei na parte final da partida desse domingo determinou o empate por 2 a 2 nessa 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Cada equipe levou um ponto para casa, mas quem comemorou mesmo foram os palmeirenses, que agora têm seis pontos de vantagem na liderança da competição com apenas seis rodadas para o fim (66 pontos). Os rubro-negros foram a 60, um a mais que o Tricolor. O Inter, 58 pontos, ainda pode assumir a vice-liderança e diminuir a distância para os alviverdes.

Diego Aguirre resolveu segurar a escalação do São Paulo nesse domingo, liberou a lista de seus titulares apenas a 10 minutos da bola rolar. Todo o mistério não foi compatível com uma grande novidade, a não ser a já usual formação com três zagueiros.

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

(Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

 

Mesmo assim, Gonzalo Carneiro conseguiu se virar sozinho e fazer uma bela jogada pela esquerda para Diego Souza ficar livre diante de César e abrir o placar. Na comemoração, o atacante são-paulino homenageou o presidente da república, recém-eleito, Jair Bolsonaro.

O Morumbi foi à loucura, mas teve pouco tempo de festa. Uribe aproveitou cochilo de Arboleda e Bruno Alves, e cabeceou para as redes. Sidão, que voltava após três jogos no banco de reservas, colaborou.

Aguirre, então, resolveu ousar. Dessa vez, sim, com uma novidade. Helinho, jovem de 18 anos, foi chamado, e Anderson Martins sacado. Bastaram quatro minutos em campo para a revelação de Cotia marcar um golaço, de fora da área, no ângulo de César. Dessa vez não teve homenagem a político. Helinho correu para a torcida. Parecia viver um sonho.

Talvez o atacante não contasse com o recuo do São Paulo. Enquanto o treinador uruguaio sacou Carneiro para colocar Edimar, Dorival Júnior colocou Diego na vaga de Cuellar. Rodinei também foi a campo no lugar de Pará.

Resultado: pressão do Flamengo em pleno Morumbi. E o prêmio veio justamente com gol de Rodinei, depois de lindo drible de Vitinho em cima de Bruno Peres.

Os donos da casa sentiram o baque, e terminaram o jogo tendo de agradecer pelo empate, pois Vitinho chegou a desperdiçar uma chance incrível aos 45, praticamente sem goleiro a sua frente.

Agora, o São Paulo faz clássico com o Corinthians, em Itaquera, no sábado que vem. O Flamengo também terá um tradicional duelo regional diante do Botafogo, no mesmo dia, no Nilton Santos.

 

Gazeta Esportiva

ESPORTE

Com campanha perfeita, Perilima garante acesso à elite após 11 anos

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Depois de 11 anos, com uma campanha até então perfeita na segunda divisão do Campeonato Paraibano, a Desportiva Perilima está de volta à elite estadual.

Com gols de Silas e Manu, um em cada tempo, a Águia venceu o Sport Lagoa Seca por 2 a 0 no estádio Presidente Vargas, e avançou para a decisão da Sugundinha, além de garantir o acesso.

Sob o comando do experiente Marcelinho Paraíba, camisa 10 e capitão da equipe, a Peri tem 100% de aproveitamento na competição até agora, com 30 gols marcados e apenas um sofrido em oito jogos.

Na final, o antigo “Time das Sordas”, agora sob nova direção, vai encarar o Esporte de Patos.

Redação com esportes.pb

Depois de 11 anos, com uma campanha até então perfeita na segunda divisão do Campeonato Paraibano, a Desportiva Perilima está de volta à elite estadual.

Com gols de Silas e Manu, um em cada tempo, a Águia venceu o Sport Lagoa Seca por 2 a 0 no estádio Presidente Vargas, e avançou para a decisão da Sugundinha, além de garantir o acesso.

Sob o comando do experiente Marcelinho Paraíba, camisa 10 e capitão da equipe, a Peri tem 100% de aproveitamento na competição até agora, com 30 gols marcados e apenas um sofrido em oito jogos.

Na final, o antigo “Time das Sordas”, agora sob nova direção, vai encarar o Esporte de Patos.

Redação com esportes.pb

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Boca e River empatam no primeiro jogo da final da Libertadores

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Um clássico à altura da maior rivalidade na Argentina. Em um jogo com todos os ingredientes de um Boca e River, o primeiro duelo da decisão da Libertadores terminou igual. Com a Bombonera tomada por xeniezes, os millonários acabaram tendo um gostinho de “vitória”. O empate em 2 a 2 foi justo em um encontro repleto de adrenalina.

Ábila e Benedetto colocaram por duas vezes o Boca em vantagem. Contudo Pratto e Izquierdoz (contra) descontaram para o River. Agora, quem vencer no decisivo jogo, dia 24, no Monumental, fica com o título. Empate no tempo normal leva a partida para a prorrogação. Se persistir a igualdade, a definição vai para as penalidades.

Após um sábado que choveu em um dia mais do que o ano inteiro em Buenos Aires, e ocasionou a suspensão do Superclássico, a chuva deu uma trégua e o primeiro jogo da decisão, enfim, pôde ser realizado na Bombonera.

Ansiedade e erros
A carga emocional por conta de uma final histórica para o futebol argentino tomou conta dos jogadores de ambas as equipes. Muitos erros, nervosismo e discussões foram a tônica da primeira metade da etapa inicial. Mesmo na casa do rival, o River começou um pouco melhor.

Toma lá, Dá cá
Justamente quando o rival era um pouco superior, o Boca abriu o placar. Após rápida troca de passes, a bola chegou em Ábila. O atacante precisou chutar duas vezes e contar com a falha de Armani para fazer a Bombonera explodir. O River não se intimidou e empatou dois minutos depois. Após ótimo passe de Marténez, Lucas Pratto bateu cruzado sem chances para Rossi.

Benedetto já foi decisivo contra o Palmeiras. Novamente no banco, ele viu Pavón se lesionar e a oportunidade de novamente ser protagonista. No fim do primeiro tempo, após falta cobrada por Villa, o camisa 18 ganhou da marcação e de cabeça recolocou os donos da casa em vantagem.

Dupla dinâmica
No início do segundo tempo o River novamente esfriou a Bombonera. Assim como no primeiro gol, Martínez deu passe para Pratto. A bola, contudo, desviou em Izquierdoz e entrou no canto esquerdo de Rossi. Novamente o Superclássico estava empatado.

Disputado
Após o empate as duas equipes quase não chegaram a criar chances reais de gols. Muita intensidade e marcação foram a tônica da etapa final. Prova de que uma dose de cautela apareceu no Superclássico.

Redenção
O Boca teve uma chance de sair com a vitória no fim. Aí os papéis se inverteram. Benedetto teve a chance nos pés e Armani, que falhou no primeiro gol do Boca, fez defesa incrível. A decisão, literalmente, ficou para o dia 24, no Monumental. Até lá, a ansiedade e tesão darão o tom em Buenos Aires e na Argentina.

Lance

Um clássico à altura da maior rivalidade na Argentina. Em um jogo com todos os ingredientes de um Boca e River, o primeiro duelo da decisão da Libertadores terminou igual. Com a Bombonera tomada por xeniezes, os millonários acabaram tendo um gostinho de “vitória”. O empate em 2 a 2 foi justo em um encontro repleto de adrenalina.

Ábila e Benedetto colocaram por duas vezes o Boca em vantagem. Contudo Pratto e Izquierdoz (contra) descontaram para o River. Agora, quem vencer no decisivo jogo, dia 24, no Monumental, fica com o título. Empate no tempo normal leva a partida para a prorrogação. Se persistir a igualdade, a definição vai para as penalidades.

Após um sábado que choveu em um dia mais do que o ano inteiro em Buenos Aires, e ocasionou a suspensão do Superclássico, a chuva deu uma trégua e o primeiro jogo da decisão, enfim, pôde ser realizado na Bombonera.

Ansiedade e erros
A carga emocional por conta de uma final histórica para o futebol argentino tomou conta dos jogadores de ambas as equipes. Muitos erros, nervosismo e discussões foram a tônica da primeira metade da etapa inicial. Mesmo na casa do rival, o River começou um pouco melhor.

Toma lá, Dá cá
Justamente quando o rival era um pouco superior, o Boca abriu o placar. Após rápida troca de passes, a bola chegou em Ábila. O atacante precisou chutar duas vezes e contar com a falha de Armani para fazer a Bombonera explodir. O River não se intimidou e empatou dois minutos depois. Após ótimo passe de Marténez, Lucas Pratto bateu cruzado sem chances para Rossi.

Benedetto já foi decisivo contra o Palmeiras. Novamente no banco, ele viu Pavón se lesionar e a oportunidade de novamente ser protagonista. No fim do primeiro tempo, após falta cobrada por Villa, o camisa 18 ganhou da marcação e de cabeça recolocou os donos da casa em vantagem.

Dupla dinâmica
No início do segundo tempo o River novamente esfriou a Bombonera. Assim como no primeiro gol, Martínez deu passe para Pratto. A bola, contudo, desviou em Izquierdoz e entrou no canto esquerdo de Rossi. Novamente o Superclássico estava empatado.

Disputado
Após o empate as duas equipes quase não chegaram a criar chances reais de gols. Muita intensidade e marcação foram a tônica da etapa final. Prova de que uma dose de cautela apareceu no Superclássico.

Redenção
O Boca teve uma chance de sair com a vitória no fim. Aí os papéis se inverteram. Benedetto teve a chance nos pés e Armani, que falhou no primeiro gol do Boca, fez defesa incrível. A decisão, literalmente, ficou para o dia 24, no Monumental. Até lá, a ansiedade e tesão darão o tom em Buenos Aires e na Argentina.

Lance

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Palmeiras empata com Atlético-MG e mantém vantagem na liderança

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O Palmeiras completou sua 18ª partida consecutiva sem derrota no Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. No Estádio Independência, o time de Felipão teve trabalho para empatar por 1 a 1 com o Atlético-MG, resultado suficiente para manter a vantagem na liderança.

Com 67 pontos ganhos, o Palmeiras permanece no primeiro lugar do Campeonato Brasileiro. O Internacional, que empatou por 1 a 1 com o Ceará, fica no segundo posto com 62 pontos. Flamengo (60) e Grêmio (58) completam o G4 do torneio nacional.

Pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG volta a campo para enfrentar o rebaixado Paraná às 21 horas (de Brasília) desta quarta-feira, no Estádio Durival de Britto. Às 21h45 do mesmo dia, o Palmeiras encara o Fluminense, no Allianz Parque,

Após um começo de jogo equilibrado, o Palmeiras criou a melhor chance do primeiro tempo pela direita. Com um belo drible em Maidana, Deyverson levou até o fundo e cruzou rasteiro. Livre, Guerra chutou em cima de Victor e desperdiçou uma grande oportunidade.

O Atlético-MG teve mais dificuldade para ameaçar a meta palmeirense durante a etapa inicial. Na única chegada consistente ao ataque, Chará recebeu pela direita e ajeitou para Fabio Santos. Da entrada da área, o lateral esquerdo chutou para defesa de Weverton.

ouco antes do final do primeiro tempo, Victor precisou intervir novamente. Em cobrança de escanteio pela direita, Guerra levantou na área e Ricardo Oliveira desviou de cabeça. Deyverson pegou a sobra e, de primeira, bateu firme para nova defesa do goleiro atleticano.

Logo no começo do segundo tempo, Deyverson caiu após dividida com Victor e pediu pênalti. O árbitro Wilton pereira Sampaio mandou seguir. Com Moisés sem condições físicas, Felipão decidiu colocar o volante Thiago Santos e, desde então, o Atlético-MG cresceu.

O time mandante inaugurou o marcador aos 18 minutos do segundo tempo. Em jogada pela esquerda, Fabio Santos recebeu passe de calcanhar de Cazares e passou rasteiro para Elias. O ex-corintiano ajeitou e bateu forte diante de Antônio Carlos para vencer o goleiro Weverton.

O Palmeiras conseguiu empatar aos 31 minutos do segundo tempo. Após cruzamento de Gustavo Scarpa, o árbitro Wilton pereira Sampaio viu pênalti de Adilson sobre Edu Dracena. Na cobrança, Bruno Henrique converteu e determinou o resultado final do jogo.

Gazeta esportiva

 

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