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CVN ELEIÇÕES 2018

SEM PETISTAS: PSL articula estratégia para evitar que Renan volte a presidir o Senado, ‘é um nome hostil’

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Após declarar apoio à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, tenta construir uma estratégia para evitar que Renan Calheiros (MDB-AL) volte a presidir o Senado. O emedebista, que apoiou Fernando Haddad (PT) na eleição presidencial, é considerado nome “hostil” ao novo governo por aliados de Bolsonaro. Renan tem o apoio de parte da bancada petista na Casa.

O governo precisará do apoio dos comandos da Câmara e do Senado para aprovar medidas como a reforma da Previdência.

O PSL articula a construção de um consenso entre os senadores que já se movimentam como pré-candidatos à presidência da Casa e fazem oposição a Renan. Nesta quinta-feira, 3, o presidente do partido, deputado eleito Luciano Bivar (PE), confirmou o nome do senador eleito Major Olímpio (SP) para a presidência do Senado. Líderes do PSL admitem, porém, que a candidatura é uma estratégia para valorizar o “passe” do partido de Bolsonaro na negociação por cargos na Mesa Diretora.

Ao Estadão/Broadcast, Olímpio admitiu que desistirá da disputa se um aliado se destacar como nome anti-Renan. “Já estava fazendo isso (tentando unificar candidaturas anti-Renan), tanto que estava conversando com as candidaturas colocadas e buscando um consenso. A única coisa que mudou é que eu passo a ser mais um desses (candidatos), mas procurando esse consenso”, disse. “Serei eu o intransigente em dizer que a minha candidatura tem de ser única e absoluta? De forma nenhuma.”

Desde dezembro, líderes do partido de Bolsonaro têm realizado encontros com senadores que pretendem disputar o pleito em fevereiro. Conversas foram feitas com Davi Alcolumbre (DEM-AP), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Alvaro Dias (Podemos-PR) e Esperidião Amin (PP-SC). As negociações também devem chegar a Simone Tebet (MDB-MS), que, apesar de não ser candidata oficialmente, é vista como alternativa a Renan no MDB.

O senador alagoano age para assumir um quinto mandato na presidência da Casa. A necessidade de renovação na cúpula do Senado é um dos argumentos mais usados contra sua candidatura. Aliados de Bolsonaro acreditam que Renan, de volta ao posto, pode usar o cargo para pressionar o governo.

O PSL sabe que a candidatura de Olímpio não é a mais forte porque ele é novato na Casa – critério que costuma pesar na escolha do presidente. “O único jeito de vencer Renan é unir todos contra ele. Só pode haver um candidato, se não ele se beneficia”, disse a deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP). “Se pulverizar, quem ganha é o Renan.”

Na avaliação do PSL, o apoio a Maia na Câmara teve como efeito o enfraquecimento da candidatura de Alcolumbre no Senado, já que ambos são do mesmo partido.

Votação. A nova legislatura tomará posse em fevereiro. Um fator determinante para a vitória de um grupo contrário a Renan será a possível votação aberta. Em 19 de dezembro, ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar obrigando que a eleição para o próximo presidente da Casa seja aberta.

O partido Solidariedade recorreu ao STF para derrubar a decisão de Marco Aurélio sob o argumento da “harmonia entre os Poderes”. O pedido será analisado pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.

Assim como Câmara, o PSL deve buscar cargo relevante na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e em comissões econômicas, mas admite, nos bastidores, que será muito mais difícil garantir a presidência desses colegiados entre os senadores.



Fonte: Estadão

Créditos: Estadão

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Julian se solidariza com Lucas Sá e diz que Governo da Paraíba se inspira na “Gestapo” Nazista de Hitler

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O deputado federal, Julian Lemos (PSL) se pronunciou nas redes sociais, nesta terça-feira (22), após divulgação na imprensa sobrea decisão do delegado Lucas Sá deixar a Paraíba depois que foi exonerado da Delegacia de Defraudações e rebaixado para Delegacia Distrital de Cabedelo.

Leia também: João Azevêdo rebaixa mais uma vez delegado responsável pela Operação Cartola

Lemos lamentou a perseguição do Governo do Estado aos profissionais de segurança públoca na Paraíba, a exemplo do tenente-coronel, Sousa Neto, dos atuais deputados estaduais, Wallber Virgolino e Cabo Gilberto Silva, vítimas do que Julian denominou de Gestapo Nazista paraibana, polícia política de Hitller que garantia o domínio da população pelo partido Nazista, uma alusão ao PSB estadual.

“Na Paraíba, não sei se opressão faz algum louco, mas sei que faz gente fugir do estado ou sair de cena, não tenho dúvidas. TC Souza Neto, Wallber Virgolino, cabo Gilberto, Wagner Dorta e Lucas Sá e outras dezenas são vítimas da gestapo nazista paraibana. Quem é do ramo sabe o que passam todos que querem cumprir a lei ou não em fazer parte do sistema governamental paraibano.

O parlamentar federal ressaltou, ainda, que a classe de delegados foi afronta a e recebeu um duro recado. Ele cita o afastamento e pedido de licença de vários delegados, vítimas da opressão. “Além de Lucas Sá, outros delgados pediram afastamento da Polícia Civil nos ulrimso 22 dias. As delegadas Nadja Fialho, Desirée Cristina e Daniela Vicuna e os delegados Leonardo Pinho e Eduino Facundo estão de licença médica. Não irei me cala diante de qualquer ameaça”, disparou.

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Presidente da Assembleia, Gervásio revela em quem votaria para substituí-lo

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Eleito deputado federal nas últimas eleições, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio MAia, revelou, durante entrevista à emissora de rádio da Capital, em quem votaria caso fosse permanecer na Casa de JOsé Américo.

Gervásio disse que pela contribuição dada ao Poder Legislativo no período em que esteve como presidente, Adriano Galdino seria o parlamentar que teria o seu voto. “Adriano contribuiu muito para o engrandecimento do Pode Legislativo, manteve uma boa relação com parlamentares da situação e oposição e sempre respeitou os servidores. Além disso, deu uma grande contribuição para o governo de Ricardo Coutinho”, destacou o parlamentar.

Apesar de não participar da eleição para a próxima Mesa Diretora, Gervásio avalia que a composição da gestão será feita em comum acordo entre a oposição e a situação. “O PSB tem maioria na Casa, mas tanto para o primeiro quanto para o segundo biênio a mesa será eclética”, disse.

 

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Manoel Junior assume comando do Solidariedade na Paraíba

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Após deixar o MDB e passar pelo PSC durante as eleições de 2018, o vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, assumiu o comando do Solidariedade (SD) na Paraíba. A decisão da Executiva Nacional da legenda foi assinada pelo presidente Paulinho da Força na última terça-feira (15).

No comando da sigla, Manoel Júnior garantiu que irá intensificar os trabalhos para fortalecer o SD na Paraíba, com implantação de diretórios em todas as cidades do Estado, preparando o o SD para as eleições municipais de 2020. “Vamos trabalhar para filiar o maior número possível de pessoas e lideranças políticas e fazer do Solidariedade um dos maiores partidos da Paraíba”, afirmou Manoel Junior.

Na Capital, além do vice-prefeito, o partido conta também com o vereador João Almeida.

 

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